Fratura Patológica.

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Mulher, 52 anos, admitida com queixa de dor óssea, principalmente em ombro e MSD. Sem história de trauma.

Sem patologias prévias, não faz uso de medicação.

Suspeitas diagnósticas?

Quais exames complementares?

 

Atualização 27/10/2014

Paciente com fratura patológica e lesões líticas em úmero. Essa paciente também apresentou lesões líticas em crânio e bacia com outra fatura em fêmur.

Devemos investigar neoplasias, tanto primárias de ósseo que  se apresentam com lesão lítica, neoplasia hematológicas como mieloma múltiplo( mais comum que se apresenta com dor óssea e lesões líticas) além de tumores sólidos que dão metástase para ósseo com leão lítica. Os exames devem procurar mieloma múltiplo, como imunoeletroforese de proteínas( avaliar pico monoclonal) e mielograma( plasmocitose na medula); e exames de imagem a procura do sítio primário daqueles mais frequentes que dão  metástase para ósso; não esquecer das neoplasias primárias de osso.

Aqui uma tabela com as condições que apresenta dor óssea e o padrão da lesão, se lítica ou blástica.

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As lesões ósseas líticas possuem um característica “roído de traça” que é causada pela justaposição de osso degradada e não afetado. O processo de degradação óssea é mediada pela osteoclastos, que são activadas por tais moléculas como interleucina-6, interleucina-3, interleucina-7, o receptor de ativador do fator nuclear kB ligante (RANKL), proteína inflamatória de macrófagos 1α (MIP-1α), e o PTHrP.

As lesões ósseas blásticas refletem aumento da formação óssea, um processo mediado pelo aumento da atividade dos osteoblastos. Moléculas que têm sido implicadas neste processo incluem endotelina-1, factor de crescimento derivado de plaquetas (PDGF), proteínas morfogénicas do osso e PSA

 

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