Imagens

Imagem hepática.

Paciente de 59 anos com diagnóstico prévio de cirrose alcoólica, admitido com descompensação.

Apresenta essa imagem e uma dosagem de alfafetoproteína acima de 2000 ng/ml.

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EREED.

Caso enviado para este blog por Dr  José Cesar filho, MR2.

 Paciente de 49 anos, com queixas dispépticas desde 2012, quando realizou uma EDA que evidenciou esofagite erosiva grau D e úlcera péptica sangrante, segundo paciente não realizou nenhum tratamento nesta ocasião. Admitido com queixa atual de disfagia, pricipalmente para sólidos e perda ponderal de 25kg em 5 meses. Realizado EREED.

Quais as possívies  causas para esse achado?

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O que estamos procurando?

Paciente visto hoje no HGRS.

Só com essa imagem, qual o diagnóstico?

E quais as outras  manifestações?

Não vou colocar a história clínica, mas qual as queixas desses pacientes quando procuram o médico?

ATUALIZANDO 17/10

A história deste paciente  é de epistaxe recorrente, mas foi para a emergencia com adinamia, fraqueza; no exame físico o único dado positivo é uma esplenomegalia e de exames laboratoriais com  Hb= 4,8 , leucopenia e plaquetopenia, ferro baixo e ferritina baixa.

Já foi discutido a telangiectasia hemorrágica hereditaria neste blog no post   O diagnóstico na ponta dos dedos. Síndrome de Osler-Weber-Rendu.

Sugestão de leitura- artigos de revisão sobre o assunto.

THH

Imaging of Hereditary Hemorrhagic Telangiectasia

complicações pulmonares

Hereditary haemorrhagic telangiectasia- a clinical and scientific review

 

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Concluindo.

Esse caso do último post É só um derrame pleural? foi apresentado na sessão de  casos  clínico do HSA,  e vou tentar resumir os comentários dos que estavam presentes e que  foram muito parecido com todos os postados  aqui no blog.

Agora  vou tentar  organizar  o pensamento.

O que temos de diferente neste caso?

A história e o exame físico nos leva a pensar na síndrome de insuficiência cardíaca congestiva, como todos comentaram. Essa  síndrome pode ter várias etiologias, desde doenças que afetam o miocárdio, o pericárdio ou as valvulopatias. Dentre essas possibilidades, a mais provável é o acometimento do pericárdio, as manifestações são mais de IC direita, pouca dispnéia,  sem congestão pulmonar ao raio x, sem sopros importantes nem história compatíveis com valvulopatias.

Outros dados do exame físico que chamam a  atenção são os achados pulmonares, caracterizando uma síndrome de derrame pleural a esquerda- o que se confirma no raio x.

O estranho é que o derrame da IC é bilateral ou mais  a direita.Então não vamos atribuir esse derrame a IC, pensamos então que existe um comprometimento  primário da pleura.Logo estamos diante de um comprometimento pleural e pericárdico , o que já caracteriza uma poliserosite.

Agora ao invés de pensarmos em causas etiológicas de IC, mudaremos nosso raciocínio para causas de poliserrosite.

Tuberculose é uma causa importante no nosso meio( AINDA!!).

Outras causas são: neoplasia, doenças do colágenos como LES, doença de Still.

Aqui o restantes dos exames que confirmam a nossa impressão para o caso.

Exames referentes ao caso clínico anterior, do post  É só um derrame pleural?

Infelizmente não temos as imagens completas da TAC de tórax, apenas esta.

Temos o laudo: Estruturas vasculares do mediastino de calibre normal. Sem lifonodomegalias. Volumoso derrame pleural livre a esquerda, coexistindo atelectasia compressiva nos segmentos pulmonares adjacentes.

E já deixo também o laudo do ecocardiograma( não temos as imagens):VE com disfunção sistólica de grau moderado com alterações de contratilidade segmentar; acinesia de região apical de VE; Presença de derrame pericárdico antigo, com intensas trabeculações medindo 2,6 cm em parede lateral, 1,5 cm em parede posterior, 3,4 cm em paredes livres de câmaras direitas, com sinais de pericardite constrictiva. FE: 43%

Análise do liquido pleural:   ADA: 14   glic: 137   Cel: 1600    seg: 8%   linf: 93%   amilase:  46   LDH:  311   PT: 4,2    alb: 1,8    glob: 2,4
Não temos biopsia de pleura nem do pericárdio que seriam os exames definitivos, mas a possibilidade de ser realmente tuberculose é muito alta e foi tratado para tal condição com boa resposta.
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O que temos nesse tórax?

Raio X de tórax enviado para esse blog hoje a tarde por Hildene Melo – MR2 de clinica médica do HSA.

Vou colocar aqui mesmo o comentário de Dr Licurgo Pamplona.

1.Duplo contorno cardíaco a direita

2.Imagem em miolo de pão preenchendo alargamento

3. Ausencia de bolha de ar gástrica.

Tríade muito sugestiva de megaesôfago.

A queixa deste paciente é disfagia de condução. Esse segundo raio x foi feito após paciente permanecer em dieta zero e preparo para realização do exame que confirmou o diagnóstico.

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Esse ECG explica a síncope?

Paciente de 25 anos, sem comorbidades prévias, deu na emergência com história de síncope há cerca de 6 horas, quando jogava bola, precedida palpitações e turvação visual. Negava outras queixas, não faz uso de medicações de forma regular. Relata episódio prévio há cerca de 10 dias, enquantou realizava atividade física.

 

  ECG enviado para este blog por Dr Alexandre Cedro- MR2 de CM – HSR.

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