Imagens

Mulher, 80 anos, com tosse há 4 meses.

5fa3bfe65dd9c2ace7c58f428d28c504

 

Paciente feminina 80 anos com história de tosse crônica há 4 meses e dispnéia. admitida no hospital para esclarecimento diagnostico.

  1. Quais os dados de história clínicas seriam mais relevantes na investigação desta paciente? O que devemos perguntar a paciente?
  2. Quais achados esperados no exame físico que nos ajudaria no raciocínio clínico?
  3. Quais exames complementares importantes devem ser solicitados?

 

OBS- Desculpem, a imagem esta invertida, paciente não tem dextrocardia. 

FacebookTwitterGoogle+

É Possível Um Diagnóstico Sem Exame Complementar?

4c63145be5ae3e1162a7fe55fc6ec1cb

Imagem enviada para este blog por Dra Nanci Silva- Infectologista

O único dado da história clínica;  paciente transplantado renal.

 

8/9/2014 – DIAGNÓSTICO – Mycobacteruim heamophilum. 

A pergunta do título foi para provocar a discussão sobre diagnóstico em doenças infecciosas. Já é difícil o diagnóstico de infeção em pacientes imunocompetentes, quanto mais em pacientes com imunodeficiência. A demostração do agente etiológico é muito importante, em qualquer doença infecciosa, para início da terapêutica ideal. Porém isso nem sempre é possível,  na prática clínica diária iniciamos de forma empírica o tratamento, o que muitas vezes pode resolver, mas em determinadas situações não podemos perder tempo e o diagnóstico com exame complementar é fundamental.

Deixo dois artigos de revisão sobre  infeção por Mycobacteruim heamophilum.

M haemophilum

M haemophilum1

FacebookTwitterGoogle+

Uma Simpática Síndrome

scr

HISTÓRIA CLÍNICA

M.S.S.,57 anos, sexo feminino, natural e procedente de Salvador-Ba, aposentada, queixa-se de dor em MIE há 1 semana.

Paciente relata que há aproximadamente 1 semana do internamento apresentou quadro de fadiga, hiporexia e febre. Posteriormente passou a apresentar dor intensa em tornozelo e pé esquerdo, em queimação, associado a edema, hiperemia, aumento da sudorese local e dificuldade de mobilização de extremidade de MIE. Relata que fez uso de analgésicos comuns e opióide(Tylex) sem melhora. Sem outros sintomas. DM há 4 anos, em uso regular de Glicazida,Acarbose e Metformina. HAS há 2 anos em uso regular de Losartana e Atenolol. Dislipidemia em uso de Sinvastatina. Passado de IAM há 8 meses da admissão,sendo submetida a angioplastia. Passado de CA de mama há 23 anos, submetida a mastectomia radical

EXAME FÍSICO ( DADOS POSITIVOS); Bom estado geral e bom estado nutricional, lúcida e orientada no tempo e espaço, hidratada, mucosas hipocrômicas 1+/4, afebril ao toque, anictérica, acianóticaDados Vitais: FC: 86 bpm,ritmico; FR: 18  irpm; PA: 110×70 mmHg;Tax.36,8ºC           Edema MIE ++/4+,principalmente em maléolo; extremidade úmida e quente a palpação

Hipóteses  diagnósticas?

Qual a conduta frente a esse caso?

Qual medicação inicial?

Algum exame complementar?

 

Discussão deste caso no post    Mudando a direção do pensamento.

FacebookTwitterGoogle+

Era uma lesão latino americana …

7588b6190cd7a5eeaaca00939e326714

 

391d6efc8072a047dfc84fe82a2557aa

 

 

Sem a história clínica, qual o provável diagnóstico  desta lesão?

COMENTÁRIOS;

  1. Caroline
    AGO 09, 2014 

     Tem jeito de LTA.

  2. Priscila
    AGO 10, 2014 

    Leishmaniose? Carcinoma basocelular? Melanoma? Paracoco? Micobacteriose atipica?

  3. Lucas
    AGO 10, 2014 

    Leishmaniose tegumentar americana cutaneo mucosa ? Paracoco ?

  4. Raquel
    AGO 10, 2014 

    Leishmaniose tegumentar

    RESULTADOS DE EXAMES  em 12/08/2014

    TC de Pescoço :imagem hipodensa,amorfa,abaulando o espaço mucoso-faríngeo esquerdo,se estendendo do nível da base da língua até o osso hióide,obliterando o seio piriforme homolateral(abcesso?).

    Videolaringoscopia :mucosa pálida(2+/4);pólipo inflamatório em meato médio esquerdo;lesão infiltrativa em palato mole;presença de lesões infiltrativas em paredes laterais de hipofaringe;lesão infiltrativa de menor extensão em parede posterior da glote.

    Nova biópsia da lesão :processo inflamatório crônico inespecïfico.

    Exame direto com pesquisa de BAAR,fungos e Leishmania: Negativo

    Cultura para fungos e micobactérias : Negativo

    Reação de  Montenegro: 14 mm

    EVOLUÇÃO;

    Fez um curso curto de tratamento para paracoccidioidomicose sem melhora e com o resultado de exame direto e cultura negativos, foi solicitado reacao de Montenegro, que foi positiva sendo instituido tratamento com antimonial pentavalente por 30 dias com melhora significativa  da lesao ccutânea.

    IMAGEM APÓS O TRATAMENTO.

    após tratamento

     

    Veja também o post   Leishmaniose Tegumentar Americana

FacebookTwitterGoogle+

Qual o motivo deste caminho na investigação diagnóstica?

Co_pia de Sessa_o Integrada 190214
2Co_pia de Sessa_o Integrada 190214

 

Paciente de 30 anos com diagnóstico recente de DM em tratamento,

dá entrada na emergência por crise convulsiva.

Para investigação de uma crise  convulsiva, porque  realizamos este  exame?

E será que achamos a causa?

Resultado do exame que fechou o diagnóstico.

Laudo da Angio TC de Aorta Abdominal e Ilíacas :

Aorta torácica pérvia, apresentando trajeto e calibre habituais, notando-se espessamento parietal difuso do arco aórtico com destaque para imagens de aspecto sacular de contornos lobulados na face posterior do arco ascendente próximo à junção sino-tubular medindo 1,3×0,6cm na prção proximal da aorta torácica descendente em sua face lateral medindo 1,4×3,2cm (Pseudoaneurismas? Aneurismas saculares??)

Troncos supra-aórticos pérvios com espessamento parietal difuso em sua porção proximal;

Estenose modera / acentuada no seguimento proximal da artéria carótida comum direita;

Extenso seguimento de estenose acentuada na artéria subclávia direita medindo aproximadamente 6cm de extensão. Notando-se afilamento difuso da porção distal / axilar.

Estenose moderada na porção justa-ostial da artéria vertebral direita.

Demais porções da aorta e dos principais ramos da aorta abdominal com trajeto e calibre habituais.

Como esses achados, qual o diagnóstico?

 

Veja também    “Doença Sem Pulso” e Sem Segredos.

FacebookTwitterGoogle+