Anaesthetic and Perioperative Complications 2011

Anaesthetic and Perioperative Complications 2011

Anaesthetic and Perioperative Complications, 2011
Kamen Valchanov (Editor), Dr Stephen T. Webb (Editor), Jane Sturgess (Editor)
Type=PDF
Size=4.2MB
Book Details
Paperback: 272 pages
Publisher: Cambridge University Press; 1 edition (November 21, 2011)
Language: English
ISBN-10: 1107002591
ISBN-13: 978-1107002593

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Exame Admissional.

Imagem enviada por  Dr Licurgo Pamplona para este blog.

POR LICURGO PAMPLONA

A radiografia de tórax mostra a presença de uma imagem triangular no lobo superior direito como se fosse um outro lobo pulmonar delimitado por uma imagem linear que termina em uma imagem nodular , com aparência de uma viírgula invertida , este achado recebe o nome de pseudo lobo da azigos.
Esta variante anatômica deve-se a persistência da veia azigos em posição lateral durante fase embrionária
A incidência tem sido descrita como 0,007 a 1% por vários autores
Este achado é destituído de maiores significados clínicos , sendo uma curiosidade , um achado radiológico.

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Varizes na infância??

Paciente masculino de 26  anos com história de aparecimento de varizes em membro inferior esquerdo desde infância.

Malformações capilares e a  Síndrome  de  Klippel-Trenaunay

Características da síndrome de Klippel-Trenaunay.

Malformações capilares, malformações venosas e linfáticas, com hipertrofia de tecidos moles e  óssea envolvendo um membro resultando em edema  assimétrico dos  membros inferiores.Essas alterações podem ser aparentes ao nascimento ou pode desenvolver-se depois e progredir até ao fim da puberdade.

Complicações desta síndrome incluem trombose venosa profunda, embolia pulmonar, hemorragia gastrointestinal.

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Síncope.

ECG enviado para este blog por Dr. Alexandre Cedro, residente de clínica médica do HSR.

Mulher  de 38 anos com história de síncope.

 

 

FÁBIO SOARES.

O ECG sugere a possibilidade de Sínd de Brugada. Porém devemos lembrar que não necessariamente esta pode ser a causa da síncope!
Causas outras de síncope em mulheres jovens devem ser pesquisadas, principalmente hipotensão postural, síncope vaso-vagal ou síncope situacional (ralacionado a alimentação, micção,,etc..) A Sínd de Brigada é rara em pacientes do sexo feminino!
O padrão do ECG sugere realmente SB padrão tipo 1: segmnento ST concavo com elevacão maior que 2mm seguido por onda T negativa (neste caso ela parece ser bifásica, o que lembra mais o padrão 2)
– Em doentes com a síndrome de Brugada, a presença de onda J em múltiplas derivações e a morfologia do segmento ST horizontal após onda J estão associados a uma maior incidência de eventos cardíacos, de acordo com um estudo recente de 460 pacientes.Outros preditores de eventos cardíacos incluíram: sintomas, duração do QRS em V2 maior que 90 ms, e onda J inferolateral e / ou morfologia do segmento ST horizontal depois J onda.
(Takagi M, Aonuma K, Sekiguchi Y, Yokoyama Y, Aihara N, Hiraoka M. The prognostic value of early repolarization (J wave) and ST-segment morphology after J wave in Brugada syndrome: Multicenter study in Japan. Heart Rhythm. Dec 27 2012)
– Síncope e morte súbita: mais comuns manifestações clínicas, em muitos casos, a parada cardíaca ocorre durante o sono ou repouso
– Pacientes podem apresentar pesadelos à noite
– Associada a fibrilação atrial em 20% dos casos
– Febre: Muitas vezes relatado como desencadeador ou agravante dos sintomas
– No presente, a implantação de um cardiodesfibrilador implantável (CDI) é o único tratamento que provou ser eficaz no tratamento de taquicardia ventricular e fibrilação e prevenção da morte súbita em pacientes com Síndrome de Brugada. Nenhuma terapia farmacológica tem sido comprovada para reduzir a ocorrência de arritmias ventriculares ou morte súbita.

Conforme Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre Análise e Emissão de Laudos Eletrocardiográficos (2009)
Trata-se de um distúrbio dos canais iônicos e caracteriza-se por elevação do ponto J nas derivações V1 e V2, associado a alta incidência de morte súbita em pacientes de coração estruturalmente normal.
a) Padrão tipo 1 – Elevação em cúpula pelo menos 2 mm seguido de inversão de onda T;
b) Padrão tipo 2 – Elevação em sela com ápice ≥ 2 mm e base da sela ≥ 1 mm;
c) Padrão tipo 3 – Elevação em sela inferior a 1 mm.

Conforme Diretriz Brasileira de Dispositivos Cardíacos Implantáveis:
Recomendações para Implante de CDI em pacientes com SB
Classe I
1. Pacientes com SB, sobreviventes de parada cardíaca e expectativa de vida de pelo menos 1 ano. (NE C)
Classe IIa
1. Pacientes com SB e alterações eletrocardiográficas espontâneas, síncope e expectativa de vida de pelo menos 1 ano (NE C).

Recomendo leitura deste artigo:
http://circ.ahajournals.org/content/106/19/2514.full.pdf+html

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